Robert Doisneau

Nome nativo Robert Doisneau
Nascimento 14 de abril de 1912
Gentilly
Morte 1 de abril de 1994 (81 anos)
Paris
Sepultamento Raizeux
Cidadania França
Etnia franceses
Ocupação fotógrafo

Página oficial
http://www.robert-doisneau.com

Robert Doisneau (Gentilly, 14 de abril de 1912 – Paris, 1 de abril de 1994)[1] foi um famoso fotógrafo nascido na cidade de Gentilly, Val-de-Marne, na França. Era um apaixonado por fotografias de rua, registrando a vida social das pessoas que viviam em Paris e em seus arredores, mas também trabalhou em fotografias para publicações em revistas, assim como a famosa fotografia “O Beijo do Hotel de Ville” (Paris, 1950).

Carreira
Doisneau foi um dos fotógrafos mais populares da França. Era conhecido por sua modéstia e imagens irônicas, misturando as classes sociais das ruas e cafés de Paris. Influenciado pela obra de Atget, de Kertész e de Cartier Bresson. Doisneau apresentou em mais de vinte livros uma visão encantadora da fragilidade humana e da vida como uma série de momentos calmos e incongruentes.

As maravilhas da vida cotidiana são tão emocionantes. Nenhum diretor de filmes pode organizar o inesperado que você encontra na rua.

Prêmios e Comemorações
Robert Doisneau foi nomeado Cavaleiro da Ordem da Légion d’Honneur em 1984.[1] Ele ganhou vários prêmios ao longo de sua vida, incluindo:

o prêmio de Balzac , em 1986 ( Honoré de Balzac )
o Grand Prix National de la Photographie, em 1983
o Prêmio Niépce em 1956 (Nicéphore Niépce)
o prêmio Kodak em 1947
A curta-metragem, “Le Paris de Robert Doisneau”, foi feitapara meno em 1973.

Em 1992, a atriz e produtora francesa Sabine Azéma fez o filme Bonjour Monsieur Doisneau.

A Maison de la Photographie Robert Doisneau em Gentilly, Val-de-Marne, é uma galeria fotográfica batizada em sua homenagem.[2]

Em honra da sua fotografia da “cultura de rua das crianças, há várias” Ecole Primaire (Escolas Primárias) em sua homenagem. Um exemplo é a Véretz (Indre-et-Loire).

Muitos dos seus retratos e fotos de Paris a partir do final da II Guerra Mundial até os anos 1950 foram transformadas em calendários e postais e tornaram-se ícones da vida francesa.