Dorothea Lange – Portfolio

 

A vida de Dorothea Lange ilustra a luta pessoal e profissional e as realizações de uma mulher que esteve à frente do seu tempo. Foi uma das mais importantes profissionais da fotografia norte-americana. Ela ficou conhecida pelas imagens da grande depressão e da situação dos imigrantes nos Estados Unidos. A partir destes trabalhos ela influenciou profundamente o desenvolvimento da fotografia documental
Dorothea Margaretta Nutzhorn, filha de imigrantes alemães, nasceu em 26 de Maio de 1895, na cidade de Hoboken, New Jersey, nos EUA. Foi vítima de paralisia infantil, o que a deixou com uma deficiência numa perna para o resto da vida. Mais de uma vez, Lange afirmou que isto a deixou mais sensível em relação ao sofrimento alheio, aspecto fundamental no seu trabalho, que caracterizava-se pela retratação dos pobres e camponeses norte-americanos revelando o sofrimento durante a crise nos Estados Unidos na década de 30. O trabalho infantil e a exploração da mão de obra são outros temas que podem ser vistos em suas fotografias.
Trabalhou com o fotógrafo Arnold Genthe e encorajada por ele, que lhe deu a primeira máquina fotográfica, Dorothea começou como autodidata e mais tarde estudou fotografia na Columbia University, tendo como professor, o fotógrafo Clarence H. White.
Em 1918 muda-se para São Francisco, inicia-se como freelancer, montando o seu próprio estúdio em Berkeley, onde junto com seu futuro marido, Paul Taylor, percorreu durante os anos ’30, 22 Estados do Sul e Oeste dos Estados Unidos, recolhendo imagens que documentavam o impacto da Grande Depressão na vida dos camponeses. Dorothea Lange foi umas das primeiras a perceber a importância do testemunho fotográfico e a fazer “documentarismo social” (reportagens para administração americana na época da recessão conômica dos anos 30). Ela é a autora da foto conhecida como “Mãe Migrante”.

O seu trabalho rendeu-lhe uma bolsa Guggenheim em 1941, mas a Segunda Guerra Mundial trouxe uma ruptura e um redirecionamento na sua carreira. Entre 1942 e 1945 passou a documentar a comunidade japonesa forçada a viver em campos de concentração na Califórnia.

Apõs a Guerra, problemas de saúde mantiveram Dorothea afastada das câmaras, e apenas retomou as atividades por volta dos anos ’50, quando entrou para a equipe da prestigiada revista Life. Em 11 de Outubro de 1965, Lange morre de câncer alguns dias antes da inauguração da exposição que retratava sua obra, no Museu de Arte Moderna de New York.

Antes de fechar um curso de fotografia ou comprar sua câmera,
entre em contato no WHATSAPP 11 98175-2523 para esclarecer suas dúvidas iniciais!

 Não saia por aí comprando equipamentos desnecessários,  fazendo aulas em escolas cheias ou contratando professores incapacitados!

 Aulas particulares de Fotografia

 Aluguel de Estúdio SP

WHATSAPP 11 98175-2523
clix.rodolfo@gmail.com

 

Leave a comment